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A
felicidade se reflete na melhora dos pacientes
O
Câncer na Infância e o Projeto Felicidade
Ser
Feliz…Ajuda!
O
Ser Humano e a Felicidade
Depoimentos
pela Dra. Maria Lydia Mello de Andréa
Uma
História de Vida
Celso
Guido Lelis Junior (Estudante de Medicina)
Compartilhando
Sentimentos
Depoimentos
pela Dra. Paula Bruniera
O
Médico Voluntário
Dr. Vicente
Odone Filho, Dra. Márcia Datz Abadi e Dr. Hilton
Kuperman |
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O
Câncer na Infância e o Projeto Felicidade
O Câncer na Infância atinge níveis de
cura em média de 70%.
Infelizmente ainda convivemos com desafios como a Leucemia
Mielóide Aguda e os Neuroblastomas avançados,
que graças a D’us são a minoria, nos
quais os índices de sucesso são muito baixos.
Estes números são, para alguns, intrigantes.
Por que o Câncer na Infância sensibiliza a ponto
de movimentar grupos da sociedade, ONGS, e mesmo atos individuais
de solidariedade, em prol destas crianças e familiares?
Poucos são aqueles que sem conviver de perto com
esta realidade conseguem compreender seu real significado.
Em primeiro lugar, o dado de que o nosso jovem ou a nossa
criança tem 30% de chance de insucesso nos próximos
dias, meses ou anos, parece-me traduzir o sentido do medo.
Não é natural para o ser humano, por mais
que convivamos com a finitude, aceitar a inversão
da ordem natural da vida. Perder nossos pais, avós,
tios, amigos velhos, nos entristece e principalmente nos
deixa saudades. Perder um filho, em qualquer idade, quebra
a nossa continuidade, altera radicalmente nosso rumo e objetivos
de vida, deixando em todos que tiveram a experiência,
marcas indeléveis.
E os 70% que se curam?
Não podemos deixar de falar sobre o “Preço
da Cura”.
O tratamento das doenças oncológicas é
penoso para o doente que sofre os efeitos físicos
agudos e tardios, as agressões psíquicas,
[alterações da imagem, da auto estima], e
sociais [interrupção temporária das
atividades educacionais,esportivas, profissionais e culturais].
Envolve a família como um todo e, quanto mais escassos
os recursos, maiores são os efeitos danosos. No momento
em que o tratamento da criança exige a presença
assídua de pelo menos um dos pais no hospital, os
transtornos decorrentes são graves: perda do emprego,
diminuição do orçamento familiar, abandono
dos irmãos e todas as suas conse- qüências.
Até recentemente a luta se limitava aos médicos
e para-médicos que se voltaram para a busca dos recursos,
que não são poucos, para oferecer às
nossas crianças chances de sobrevivência semelhantes
àquelas mais privilegiadas pela sociedade. Por vezes
deixamos de cumprir nosso verdadeiro objetivo, a cura física,
psíquica e emocional permitindo à criança
uma vida normal: escola, trabalho, convívio social
e familiar.
Extremamente envolvida na primeira, há alguns anos,
quando o Rabino Alpern nos procurou trazendo o “Projeto
Felicidade, confesso que tive dificuldades em compreendê-lo
em toda a sua abrangência.
Cheguei a pensar em como usaríamos recursos de lazer
em uma sociedade tão carente.
Venho acompanhando a evolução, hoje grandiosa,
do Projeto Felicidade e suas conseqüências na
vida das famílias das crianças com câncer.
Aquelas que tem o privilégio de participar do Projeto
sofrem profundas alterações a partir desta
experiência; para muitas, o primeiro contato com a
vida digna.
Estas são algumas frases que expressam a emoção
das famílias que participaram do Projeto:
“Nunca tínhamos tido uma lua-de-mel –
a estadia no Projeto foi a nossa.”
“Nunca pensei que um dia seria servido por alguém.”
“Passamos sete dias seguros – sem medo de tiros,
da chuva entrar em casa, de o barraco cair…”
“Estes dias me fizeram pensar que vale a pena viver.”
“Quero estudar para ser garçom. Queria dar
a alguém o prazer que tive em ser servido.”
Infelizmente, é impossível traduzir tudo isto
em números, algo com que a nossa mente está
mais acostumada a trabalhar.
O Projeto Felicidade tem um papel muito maior do que aquele
que podemos ver – a alegria das crianças voltando:
dá maior sentido a vida, abre caminhos para novos
rumos, aumenta a adesão ao tratamento.
Faz parte da cura.
Por Dra. Maria Lygia Mello
de Andréa
Diretora da Oncologia do0Hospital Darcy Vargas
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Ser
feliz… ajuda!
Janaína é apenas
mais um, entre incontáveis casos de
crianças com câncer. As estatísticas
mostram que hoje é possível
curar 70% deste contingente. Mas 30% permanece na
linha vermelha de classificação: incuráveis
ou terminais.
A história de Janaína é surpreendente
e inspiradora
para continuarmos na luta
Pela Dra Maria Lydia Mello
de Andréa
médica pediatra do Hospital Darcy Vargas e
Diretora do Serviço de Oncologia
Janaína é uma
criança de 5 anos de idade, portadora de neuroblastoma
avançado, consi-derada fora de possibilidades terapêuticas,
após longo período de tratamento intensivo.
Seu tumor mostrou-se refratário a todo tratamento
realizado. Vem sendo mantida em casa, no seu ambiente familiar
com tratamento de suporte e sintomáticos para a dor.
A doença vem progredindo com necessidade cada vez
maior de analgésicos e com progressiva limitação
de sua atividade.
Fui convidada e compareci à festa de fim de ano do
Projeto Felicidade realizada no Parque da Mônica,
que todo ano conta com a participação de todas
as famílias que já partiparam do Projeto desde
o início. Assim que cheguei ao local perguntei para
uma das voluntárias se tinha sido possível
trazer a Janaína ao evento. Ao mesmo tempo que aguardava
a resposta, meus olhos buscavam uma criança em uma
cadeira de rodas, apenas contemplando as demais.
Mas minha surpresa é indescritível ao avistar
uma Janaína alegre, correndo entre outras crianças,
participando de tudo. Isto ocorreu para espanto geral e
da própria mãe que nos contou que nos últimos
tempos sua filha quase já não saía
da cama. Janaína estava feliz.
Nos dias subseqüentes o consumo de analgésicos
de Janaína caiu significativamente, a ponto de chamar
a atenção do farmacêutico do hospital
que fornecia os comprimidos de morfina semanalmente. Passados
alguns dias recebi um telefonema da farmácia perguntando:
"O que aconteceu com a Janaína, ela faleceu?
Não tem vindo mais buscar a medicação."
Então respondi: "Ela foi ao Projeto Felicidade!"
Com o passar dos dias, a rotina e progressão da doença
trouxeram de volta o sofrimento e a dor desta criança,
porém deixando a nós, mero observadores, a
certeza de que a felicidade diminui os sintomas. O que para
os incrédulos, se traduz objetivamente pela queda
temporária no consumo da morfina.
Para nós que fazemos parte deste Projeto e vemos
acontecer alguns milagres, como este com o nome "Janaína",
a visão é outra: patrocinar felicidade é
parte importante da nossa luta. |
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O ser Humano e a Felicidade

Por Dra. Maria Lydia Mello de Andréa,
médica do hospital estadual infantil Darcy Vargas,
diretora do
Serviço de Oncologia
Sou pediatra - oncologista há mais
de 20 anos
Durante todo esse período convivo
com as dificuldades de famílias inteiras e de crianças
em ultrapassar o diagnóstico e o tratamento do câncer.
Sou testemunha de avanços incríveis
na sobrevida e cura destes pequenos pacientes. Vivi o período
em que perdíamos 70% dos doentes pediátricos
com câncer e, hoje, participo do grupo capaz de curar
70% daqueles que nos procuram.
Mesmo assim, com estes índices aumentados
de cura, convivemos todo o tempo com a enorme angústia
dos pais e irmãos ao sentirem ameaçada a vida
de seu filho.
É claro para mim hoje que matematicamente
os índices de sobrevida mudaram muito, mas que a
experiência do diagnóstico continua sendo uma
verdadeira tortura, pois como pais, temos muita dificuldade
em suportar qualquer ameaça a vida de nossos filhos
e é inquestionável que 30%, quando se fala
em perder, é um número muito elevado.
Além desta condição
humana, vivemos em nosso país, muito freqüentemente,
associado ao câncer, as dificuldades econômicas.
O câncer na infância não
respeita classe social, raça, cor ou crença.
Como vivemos em um país com cinqüenta milhões
de miseráveis, vivemos com freqüência
esta dura realidade: câncer na infância, mais
a falta de condições mínimas de conforto,
de nutrição, de higiene e de lazer.
Durante muito tempo em minha vida lutei para
dar a essas crianças o mínimo de conforto
material. Chegamos a situação em nosso hospital
em que com a ajuda do Estado, mais o trabalho voluntário
de muitas pessoas, garantimos às crianças
com câncer toda a medicação, uma cesta
básica mensal, produtos de higiene pessoal, condução
gratuita para o tratamento além de roupas, agasalhos
e brinquedos.
Tudo isto sem dúvida parece minorar
o sofrimento destas famílias, ajudando-as a passar
por esta dor.
Achei a idéia de fazer um Projeto
como o Felicidade muito humana, mas cheguei a pensar se,
com tanta miséria ao meu redor, seria justo despender
tantos recursos com este objetivo.
Senti claramente a sinceridade, a honestidade
e a simplicidade da proposta: trazer Felicidade, dar um
momento de trégua, resgatar das entranhas de um ser
gravemente ferido o amor próprio e o prazer de viver.
Confesso-lhes, porém que não
consegui naquele momento compreender toda a sabedoria daquele
gesto.
Hoje, temos o privilégio de participar
deste programa e tem sido extremamente gratificante, presenciar
a volta destas famílias, após cinco dias no
Projeto Felicidade.
Poucas vezes senti tão claramente
o que significa a palavra Felicidade. As palavras são
muito pobres para traduzi-la, mas os rostos estampados de
alegria, o total esquecimento da doença, da pobreza,
e de todas as mazelas vividas traduzem de forma inquestionável
o sentimento.
Parece-me haver um sentimento misto de doação
entre pais e filhos. Os pais me parecem felizes por terem
dado ao filho oportunidade tão maravilhosa e as crianças
tomam para si a responsabilidade de por causa delas, os
pais terem vivido esta experiência. Alguns mostram
claramente que descobriram um lado da vida que lhes era
totalmente oculto - o prazer em se divertir. Em outros,
observei nitidamente sinais de resgate dos direitos de um
cidadão - respeito, atenção, tratamento
digno.

Um garoto portador de leucemia linfóide
aguda escolheu dentre as muitas fotos que tinha tirado a
que mais gostou para presentear-me. Qual não foi
minha surpresa, quando me deu uma foto, dentro do hotel,
onde ele se encontrava entre dois garçons. Eu que
esperava uma foto num dos parques de diversões visitados,
lhe perguntei: "Mas porque você gostou tanto
desta foto?" Ao que ele me respondeu - "Nunca
pensei que um dia, eu teria pessoas para me trazer aquilo
que eu pedisse..."
Teria muitas outras declarações
e citações para contar, mas finalizo com uma
observação minha, que gostaria que fosse levada
em conta, por todos aqueles que colaboram com o Projeto
Felicidade: a criança que volta é outra criança.
Muito freqüentemente descobriu que a Felicidade existe,
que vale a pena viver e, portanto, vale a pena tratar e
lutar pela cura. |
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Uma
História de Vida
Por Celso Guido Lelis
Junior
Estudante de Medicina – Voluntário
Marco Antônio tem 14 anos e mora em
S. Paulo com o pai Antônio e a mãe Edileuza,
além de dois irmãos. A mãe é
dona de casa e o pai é metalúrgico. Marco
está na 6ª série (repetiu um ano por
causa do tratamento quimioterápico); é um
bom estudante. O pai disse que Marco é muito quieto,
caseiro, tendo poucos amigos. "Em casa ele não
dá trabalho nenhum", e acrescenta, "seu
sonho é trabalhar com configuração
de computadores."
Quanto ao câncer de Marco Antônio, os sintomas
iniciaram-se quando ele tinha 9 anos, mas os médicos
só descobriram a doença dois anos mais tarde,
o que dificultou o tratamento. Este consistiu em uma cirurgia
para retirada de tumor no crânio, além de 36
sessões de radioterapia e 6 de quimioterapia.
A repercussão disto foi bem grande na família:
desentendimento entre o casal, dificuldade financeira, tristeza
e medo. Marco irritou-se bastante e entristeceu junto. Mas
há um ano e meio terminou o tratamento e hoje há
apenas acompanhamento médico mensal.
"Marco Antônio voltou 100%", fala o pai,
orgulhoso do resultado.
Quanto ao Projeto Felicidade, o pai responsabilizou-o também
pelo último resultado na saúde do filho: "Foi
tudo muito bom. Terminamos o tratamento com chave de ouro!
Nunca esqueceremos de vocês". |
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Compartilhando
Sentimentos

Por Dra. Paula Bruniera
Médica Chefe do Serviço de Onco-hematologia
do Hospital Sta. Casa
de Misericórdia de S. Paulo
O serviço de Oncologia Pediátrica
da Sta. Casa de S. Paulo presta assistência médica
a famílias com condições sócio-econômicas
desfavoráveis que, por esse motivo, percorrem um
caminho espinhoso de vida.
Dar o diagnóstico de câncer a um de seus filhos
é uma tarefa muito difícil. Vivemos juntos
um momento de muita tristeza e angústia. Parece que
o mundo vai desabar, que perdemos completamente o nosso
chão.
Iniciamos, então, uma longa jornada em busca da cura.
Equilíbrio emocional, força de vontade, perseverança
e apoio são necessários para se chegar ao
final desse caminho.
Para alcançarmos nosso objetivo, sabemos que, além
de tratamento hospitalar adequado, é necessário
darmos condições para que ele seja mantido
após a alta. Muitos retornos hospitalares, perdas
de dias de trabalho, compra de medicamentos, alimentação
e higiene adequadas são imprescindíveis.
Sabemos também que o estado emocional interfere sobremaneira
na aceitação dessas condições
adversas. O apoio psicológico ajuda a superar a tristeza
e a dor. Os pacientes ganham mais coragem e ânimo
para a continuidade do seu tratamento.
Como uma graça, surge um grupo de apoio atuando nessa
área chamado Projeto Felicidade. Esse projeto propicia
a essas famílias uma semana encantada onde são
transferidas para uma outra realidade diferente de tudo
já vivido por elas.
Desde a hospedagem até os locais visitados, tudo
é cuidadosamente planejado para que seja o mais agradável
possível.
Nesse período as famílias têm a oportunidade
de conviver com os seus filhos e compartilhar as suas experiências
com outras famílias que estão vivendo a mesma
realidade.
Um grupo muito especial de pessoas desconhecidas até
aquele momento os recebem com muito carinho, amor e atenção
e certamente ficarão nas suas memórias para
sempre.
Tanta alegria e surpresa não terminam por aí.
No dia do aniversário do paciente novo momento de
felicidade – bolo, velinhas, bexiga, refrigerantes
chegam a sua casa acompanhados de muito amor. É quase
impossível descrever tanta alegria.
Em um mundo cada vez mais árido é raro encontrarmos
pessoas dispostas a contribuir para amenizar o sofrimento
do próximo. Fico muito contente e comovida em conhecer
essas pessoas e poder participar desse projeto que traz
felicidade não só para os pacientes e suas
famílias, mas também para toda a equipe médica. |
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O
Médico Voluntário
Dr. Vicente Odone Filho
Dra. Márcia Datz Abadi
Dr. Hilton Kuperman.
O médico, como já dizia Hipócrates
há centenas de anos, tem como profissão ajudar
as pessoas, curar ou abrandar suas enfermidades, e aliviar
a dor.
Ser médico é escolher uma profissão
em que, diversamente das outras, o outro é o mais
importante; ser médico é dedicar ao próximo
o seu conhecimento, seu tempo, seu carinho e seu amor.
Portanto, para nós, ter a oportunidade de ser um
"médico voluntário" é poder
estar ao lado daqueles a quem zelamos todos os dias, de
uma forma diferente. O médico-voluntário,
neste Projeto, aprende a ver o mundo sob os olhos das crianças
e de seus familiares, aprende a ver o sorriso nos rostos
daqueles que há muito não sorriam, aprende
com os outros voluntários, que doam o seu tempo em
favor do outro, aprende com a dor e a alegria do outro.
Aprende que é juntando forças que se constrói
algo especial. Aprendemos muito mais do que ensinamos, ganhamos
muito mais do que damos, passamos a ver o paciente como
uma pessoa e não como um paciente.
O que um médico voluntário pode realizar no
Projeto Felicidade?
Pode participar da organização do mesmo, fazendo
com que mais crianças de um mesmo hospital realizem
este sonho. Pode, através de contatos, arregimentar
mais hospitais de S. Paulo e fora do Estado para serem incluídos
no Projeto. Pode, se o tempo permitir, participar semanalmente
das visitas nos hotéis, à noite, pois durante
o dia, isto não seria possível devido a sua
atividade profissional. Pode, sem assumir a sua posição
de médico, escutar os anseios dos pais e das crianças,
dar um pouco de alegria a eles através de brincadeiras
e dos presentes que são distribuídos.
O Projeto Felicidade permite que nos coloquemos no papel
de voluntários, capazes de levar a felicidade para
aqueles que neste momento estão tão carentes
deste sentimento. O interessante é que, com o passar
do tempo, percebemos que são estas pessoas que nos
ensinam o sentido da vida, nos mostram como conviver com
a dor e, mesmo assim, se alegram com as pequenas coisas
da vida, esquecendo, por alguns instantes, as inúmeras
angústias vividas e, simplesmente, são felizes!
Este médico na realidade está ganhando e muito
nestes momentos de participação… Ganha
em realização humana, preenche as necessidades
de sua alma e permite que sua atividade profissional se
engrandeça.
Quem dera todos os médicos pudessem vivenciar a experiência
de ser um voluntário! Talvez a medicina deixasse
de ser tão técnica, voltando (ou finalmente
passando, de fato) a ser uma arte humana… |
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A
opinião sobre a repercussão e resultados do
projeto: |
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